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Os alunos do Fábrica de Gaiteiros apresentaram-se pela primeira
vez
O Projeto Fábrica de Gaiteiros promoveu sua primeira apresentação
no DTG do Colégio Augusto Meyer, em Guaíba, dia 2 de junho,
às 19h. Oito alunos tocaram, individualmente e em conjunto, o
acordeão popularmente conhecido como gaita de oito baixos.
A professora Cleunice Nobre (Fofa) iniciou as aulas na Fábrica
de Gaiteiros, dia 10 de março deste ano e garante que, mesmo
no curto espaço de tempo, os alunos já estão capacitados
para uma demonstração do que aprenderam em aula. As gaitas
utilizadas na apresentação foram as seis fabricadas em
madeira de eucalipto, dentro do projeto, do ano passado até este
mês. A noite de show contou com a presença do gaiteiro
Renato Borghetti e dos músicos Marcio Padula e grupo Alma Nativa,
que fizeram acompanhamento para as crianças.
O Fábrica de Gaiteiros, uma iniciativa da Celulose Riograndense
e do Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música (IRB), tem
como objetivo despertar o interesse de crianças e jovens pelo
acordeão diatônico, possibilitando o acesso ao instrumento
e a noções básicas de aprendizado e aperfeiçoamento.
Direcionado a crianças de 5 a 11 anos, o Fábrica de Gaiteiros
começou a formação musical dos alunos com aulas
teóricas e práticas de acordeão e, numa segunda
etapa, vai ensiná-los a fabricar os instrumentos na marcenaria
montada na Escola Augusto Meyer, em Guaíba.
Para a confecção dos instrumentos, está sendo usada
madeira certificada produzida pela Celulose Riograndense. As aulas são
oferecidas diariamente e o atendimento aos pequenos é individualizado,
num limite de até seis alunos/dia. Para os que não possuem
um acordeão em casa, o Fábrica de Gaiteiros disponibiliza
o instrumento para estudo extra-classe nas dependências da Escola.
É cobrado o valor simbólico de R$ 5,00 por aula, no intuito
de fazer com que o aluno e a família valorizem ainda mais o ensinamento.
São planos do IRB a realização de concursos internos
e a participação em outros eventos.
O músico Renato Borghetti, que participa ativamente do projeto
ministrando aulas, mostra entusiasmo: “Certamente, descobriremos
talentos que, por falta de oportunidade, permanecem ocultos. É
grande o número de crianças, jovens e até adultos
que aguardam um momento como este”. E complementa: “O Rio
Grande do Sul pode dar os primeiros passos para voltar a ser conhecido
não só por fabricar gaitas, mas por ser um centro de formação
de bons gaiteiros, com reflexo assegurado em todo o Brasil. Nosso Estado,
que já contou com mais de 20 fábricas e foi referência
mundial na fabricação de acordeões (gaitas), hoje
tem somente uma”.

Fofa da Gaita (Cleunice Nobre) ensina às crianças

Renato Borghetti, os gaiteirinhos e Fofa da Gaita
Dupla de cantores dividiu o palco
Os cantores Flora Almeida e Márcio Celi dividiram o palco do
Teatro Renascença dentro do Projeto Sons da Cidade no dia 21
de junho (terça-feira) ás 20h. Mas os shows foram individuais:
Flora mostrou canções do seu mais recente CD “Tudo
beleza”, com canções de Raul Ellwanger, New, Zé
Caradípia, Bethy Krieger e do próprio Celi., e Márcio
apresentou canções que farão parte do seu terceiro
CD, todo autoral e em parcerias com Bebeto Alves, Zé Caradípia
, Roberto Haag, Danni Calixto e Patrícia Mello.
Flora e Márcio tem uma ligação que vem de muitos
anos, além de terem sido colegas de aulas de técnica vocal
com a mestra Déa Mancuso, gravaram no final dos anos 80 a canção
Enguiço (Adriana Calcanhoto),que lhes rendeu radiodifusão
em diversas emissoras da capital e interior do Estado. Foram também
idealizadores e produtores da Primeira Mostra de CDS Independentes de
Porto Alegre, ao lado da cantora Nanci Araújo, ganhando o Prêmio
de Menção Honrosa no Prêmio Açorianos de
Música naquele ano.
No palco, estiveram os músicos New(teclados e programações),
Jefferson Marx (violões e guitarras), Roberto Haag (violão)
e Bruno Coelho (percussão).
Amor in flou, no Sargent Pepper’s
Diogo Lara, reconhecido psiquiatra brasileiro, estreou na carreira
musical com o lançamento de Amor in flou, às 22h30min
do dia 12 de junho, no Sargent Pepper´s (rua Dona Laura, 329),
em Porto Alegre. Diogo tem uma forte relação de amor com
a música desde os 12 anos de idade, porém só em
2007 começou a produzir suas composições incentivado
e inspirado por Michel Dorfman, arranjador, produtor e pianista do time
de músicos deste primeiro trabalho de Diogo, que também
reuniu, exclusivamente para o lançamento, Marquinhos Fê
(bateria), Guiza Ribeiro (guitarra) e Lucas Esvael (baixo).
Gravado no Estúdio Transcendental, em Porto Alegre, o disco possui
14 faixas já disponíveis para download no site www.diogolara.com.
As composições trazem como principais influências,
artistas como Djavan, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Beto
Guedes, Frejat e Chet Baker, este último pela forma como aborda
o amor nas letras e no estilo simples de cantar, um dos traços
marcantes de Diogo Lara neste cd que tem como base a MPB romântica.
Com um jeito intuitivo de compor, suas músicas foram surgindo
ao acaso, do modo mais livre e inconsciente de exercitar a criatividade.
Como exemplo, as canções “Num só lugar”,
“Gabriela”, “Um segundo” e “A luz”,
onde a letra e música surgiram juntas sem qualquer esforço
de composição musical, transformando sentimento em criação.
Um show cheio de sensações marcou a estreia de Diogo Lara.
Psiquiatra conhecido em todo o Brasil e no exterior, Diogo tem uma carreira
de peso na medicina, com 95 artigos publicados em revistas internacionais.
É autor do livro Temperamento Forte e Bipolaridade, com cerca
de 60.000 exemplares vendidos. Atualmente, é professor titular
e pesquisador da PUCRS, pesquisador em psiquiatria do CNPq e orientador
de pós-graduação. A carreira musical começou
a tomar forma mais concreta em 2007 com aulas de piano com Michel Dorfman
e em 2010 por meio de aulas de canto com Débora Dreher. Estão
no disco os músicos Michel Dorfman: piano, teclados, programações
de baixo e bateria; Diogo Lara: voz, violões, programações
de teclados, baixo e bateria; Márcio Tubino: sax e flauta; Paulinho
Fagundes: guitarra; e Bella Stone: vocais.

Diogo Lara, psiquiatra e músico
Mônica Tomasi, há um ano na estrada
com o Lindas canções sem esperança
A cantora e compositora Mônica Tomasi e seu show “Lindas
Canções Sem Esperança” estão há
um ano na estrada. Monica iniciou sua carreira em 1990, com o lançamento
de seu primeiro disco, “Eu Fórica”. Seis anos depois,
ela se mudou para São Paulo, quando gravou o CD “1”,
da gravadora Dabliú. Lá participou de diversos projetos.
Entre eles, “A Gema do Novo”, ao lado de Na Ozzetti e Chico
César; “Quarenta Anos de Bossa Nova”, com Alaíde
Costa e Johnny Alf; “Muito Romântico”, com Lenine
e Zeca Baleiro; “Novo Canto”, com o guitarrista e violonista
Celso Fonseca, entre outros. Em 2003, lançou seu terceiro disco,
“Idéias Contemporâneas Sobre o Amor”, com composições
próprias. Participou do Projeto Pixinguinha pelas regiões
norte e centro-oeste do Brasil. No ano de 2007, teve projeto contemplado
no Programa Petrobrás Cultural e gravou seu quarto disco, “Quando
os Versos me Visitam”, que tem parcerias com as escritoras Fernanda
Young e Manoela Sawitzki.
Desde o ano passado, vem realizando apresentações de seu
novo show, “Lindas Canções Sem Esperança”,
ao lado de Fernando Peters na guitarra e no baixo elétrico e
de Giovani Berti na percussão.Nele, ela interpreta composições
próprias, além de canções de Rita Lee, Herivelto
Martins, Renato Barros e Adelino Moreira.
Pedro Franco é outro bom chorão do Música no Jardim
Outro bom músico que freqüenta os fins de tarde de choro
no Jardim José Lutzenberger, na Casa de Cultura Mário
Quintana, é Pedro Franco (violão 7, guitarra e bandolim).
Dia 18 de maio, tocou em companhia de Michel Dorfmann, com repertório
autoral e interpretações de Paulo Dorfmann, Daniel Sá
e outros.
Natural de Porto Alegre, Pedro iniciou seus estudos na Academia de Música
Jorge Peres, estudou na escola da Ospa, choro com o professor Luiz Machado
e violão e improvisação com Daniel Sá. Fundou
e integrou grupos de choro e de samba junto a outros músicos
da nova geração, com destaque para Matriz do Samba e Feijoada
Completa, com os quais realizou vários shows e gravou um CD e
um DVD, respectivamente.
Pedro já acompanhou intérpretes como Marisa Rotemberg,
Beth Krieger e Renata Adegas, em shows e gravações de
CDs, e investiu em parcerias como os duos com o violonista João
Vicente Macedo e a compositora Mônica Tomasi e um trio com a cantora
Elinka e o violonista Ângelo Adriano.
Recentemente, gravou participações em CDs dos compositores
Felipe Azevedo e Nelson Coelho de Castro e no documentário “Espia
Só”, sobre o compositor Octávio Dutra. Em 2010,
Pedro foi indicado como revelação ao Prêmio Açorianos,
maior prêmio de música do Rio Grande do Sul e também
estreou seu primeiro CD autoral, “Ida”, idealizado e produzido
em parceria com o acordeonista e pianista Matheus Kleber.
No Rio de Janeiro, tem atuado com seu trio formado por Pedro Franco
(violão 7, Guitarra e Bandolim), Edgar Araújo (Bateria)
e Rodrigo Ferreira (Baixo) com a Orquestra Revelia, Jeff Gardner no
projeto Chorando Jazz e Ricardo Maciel no Regional Cadência.

Pedro Franco toca violão, guitarra e bandolim
Trio jovem, mas com conhecimento musical
Com um repertório vasto de jazz standards, o grupo musical gaúcho
All About Jazz faz uma releitura de música pop e música
brasileira e é composto por Antonio Flores (guitarra), Matheus
Nicolaiewsky (baixo) e Sandro Bonato (bateria), três artistas
com vasto conhecimento na área. Antonio já atuou ao lado
de grandes nomes da música nativista, como Dorotéo Fagundes,
Gilberto Monteiro e Lúcio Yanel, além de nomes internacionais,
como Emilio Valdés, Bobby Watson e Everette DeVan. Matheus Nicolaiewsky,
requisitado instrumentista da nova geração de músicos
gaúchos, estudou e atuou com grandes nomes do cenário
instrumental brasileiro e internacional, entre eles Emilio Valdés.
Sandro Bonato, 22 anos, nascido em Porto Alegre, iniciou seus estudos
de bateria aos 15 anos. Em sua formação teve aulas particulares
com os mestres Marquinhos Fê, Ricardo Arenhaldt e Kiko Freitas.
O trio possui um trabalho bem versátil e busca a manutenção
da música instrumental em Porto Alegre e no estado.
Suas mais recentes apresentações foram do novo restaurante
do chef Pepe Laytano, o Cucina Mediterranea (av. Nilo Peçanha,
2266).
Com um cardápio baseado na culinária mediterrânea,
Pépe Laytano abriu o Cucina Mediterrânea, dia 29 de abril.
Oferece caças, frutos do mar, cozinha histórica, cozinha
tailandesa e outras. Pépe tem um grande prazer em compartilhar
com seu público os macetes de sua culinária. O cardápio
surpreende pelos detalhes, aromas e sabores: cordeiro, bacalhau, camarões,
lulas, mexilhões e mistos de frutos do mar, servidos à
moda do chef. Espanha, Portugal, França, Itália, Marrocos,
Índia, Japão, Tailândia, Vietnã são
algumas das origens das elaborações do cozinheiro.

All About Jazz
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