Negócios

Importante trabalho do Sesc e do Senac

O Sesc e o Senac comemoraram, dia 13 de setembro, 62 anos de trabalhos em benefícios dos trabalhadores e da comunidade em geral. No dia 9, o presidente da Fecomércio-RS, Flávio Sabbadini, e os diretores regionais do SESC-RS e do Senac-RS, respectivamente, Everton Dalla Vecchia e José Paulo da Rosa, ofereceram um almoço no restaurante Solarium (avenida Alberto Bins, 665) para jornalistas e comunicadores, segundo eles responsáveis pela divulgação dos bons serviços que as duas organizações prestam. O restaurante lotou.
Grandes números é que não faltam no Sesc-RS e no Senac-RS. Everton Dalla Vecchia, diretor-regional do Sesc-RS, informou que, neste período, a entidade realizou 492 milhões de atendimentos. O Senac-RS, segundo o diretor-regional José Paulo da Rosa, capacitou em seus cursos 5,7 milhões de gaúchos. Flávio Roberto Sabbadini, presidente da Fecomércio-RS, responsável local pelas duas entidades, acrescentou que, em todo o País, milhões de pessoas foram e são preparadas, anualmente, pelo Sistema S, que nasceu da imaginação de um gaúcho, João Daudt de Oliveira, em 1946.
O cardápio do almoço foi selecionado por Fernanda Romagnoli, da Assessoria de Comunicação da Fecomércio-RS, e preparado pelo pessoal especializado do Senac-RS. No comando do serviço, os excelentes garçons Ademir Bastos e Carmen. A entrada foi escondidinho de carne seca com mix de salada verde e o prato principal filé ao molho de vinho tinto, arroz à piamontesa e legumes. A sobremesa foi um maravilhosos Buffet com salada de frutas, delícia de goiaba, pudim de leite condensado, mousse bicolor (chocolate e limão), morangos com chantilly e ganache e banana maravilha.


Flávio Sabbadini, da Fecomércio-RS


Everton Dalla Vecchia, do Sesc-RS


José Paulo da Rosa, do Senac-RS


Raça ovina texel continua crescendo em todo o país

A raça texel vendeu menos animais e faturou menos na Expointer 2008 do que na de 2007, mas continua crescendo. As demais raças ovinas não chegaram nem perto dos números da texel. Este ano, foram inscritos 355 animais, mais cinco do que em 2007, mas compareceram 262, menos que os 278 do ano passado. Foram vendidos 54 animais, bem menos que os 130 de 2007, por R$ 385.300,00, menos que os R$ 442.100,00, mas o preço médio foi bem maior: R$ 7.135,18, este ano, contra 3.400,77, em 2007.
O criador Luiz Fernando Nunes, que presidiu a Brastexel até a Expointer deste ano, ficou satisfeito com os resultados, pois os números da raça são crescentes – o preço médio dos animais, em 2000, era de R$ 1.704,05 – e ela cada vez mais está se espalhando pelo País. A mesma opinião têm os criadores santanenses David Fontoura Martins e Claudino Loro, das Cabanhas Novo São João e Santa Orfila, que estão entre os pioneiros da introdução do texel no Brasil, há mais de 30 anos. Eles venderam bem os animais que trouxeram para a 31ª Expointer.
A Brastexel foi fundada em 31 de agosto de 1982, durante a Expointer. Entre os fundadores, estavam Antonio Mesquita, Lenomir Trombini, Paulo Aguinsky, Carlos Sperotto, José Fidelis Ramos Coelho, Claudino Loro, Orlando Martins, David Fontoura Martins, entre outros. O primeiro presidente foi Paulo Aguinsky. Demais presidentes: Carlos Sperotto, João Laitano, Irno Augusto Pretto, Luiz Fernando Nunes, José Luiz Laitano, Érico Valduga, Nilson Missel, David Fontoura Martins, Matheus Schmidt Filho, Luiz Fernando Nunes e Enio Muller, eleito durante a última Expointer, em Esteio. Ele é dono da Cabanha Amoras, em Rio Pardo. O objetivo da nova diretoria é expandir, ainda mais, a raça texel pelos demais estados brasileiros.


Claudino Loro e sua borrega premiada



Ildo preparando texel da Novo São João


Sustentabilidade reduz custos na construção civil

A tecnologia e os métodos construtivos novos permitem que os empreendimentos habitacionais, voltados ao segmento econômico possam contar com tratamentos de esgotos e aproveitamento da água da chuva, entre outros itens, a custos reduzidos. A garantia foi dada, dia 19 de setembro, pelo arquiteto francês Jean Claude Laisné que veio a Porto Alegre para falar no seminário Franco-Brasileiro Alta Qualidade e Sustentabilidade na Construção Civil, promovido pelo Sinduscon/RS, Associação Riograndense dos Estagiários na França e governo daquele país. No caso da preservação de energia, considera as normas públicas essenciais pois o segmento residencial é responsável por 50% do consumo total de eletricidade.
Laisné que é assessor do Ministério da Habitação francês disse que em seu país e nas principais nações da Comunidade Européia, os novos prédios são obrigados a reduzir em pelo menos 50% as emissões de carbono e de resíduos, além de construir reservatórios para aproveitamento da água da chuva e de tratamento parcial de desejos. Neste aspecto, chamou atenção que as empresas de saneamento privadas da França já conhecem a vazão máxima de esgotos de cada prédio certificado com selos obrigatórios de qualidade e de práticas favoráveis ao meio ambiente.
No caso brasileiro aconselha o governo a adotar o adensamento de prédios e fixar as populações mais próximas ao centro da cidade, no caso das construções de caráter social, porque isto barateia a adoção de práticas sustentáveis. Admitiu, no entanto, que mesmo com as tecnologias mais eficientes e baratas, mesmo na França os programas habitacionais chamados de sociais, contam com juros de apenas 3% ao ano e prazo de pagamento de 30 anos, como forma de viabilizar os requisitos de preservação do meio ambiente. O governo francês, inclusive, incentiva as empresas a assumirem os compromissos das habitações econômicas e repassá-los como forma de benefício a seus empregados.
Participaram do encontro, na sede do Sinduscon-RS, representantes de todos os integrantes da cadeia da construção civil, desde a produção, financiamento e de projetos, até órgãos públicos de aprovação e fiscalização de obras.


Banrisul chegou aos 80 anos como o melhor banco público do Brasil

“Se o Banrisul chegou aos seus 80 anos como o Melhor Banco Público do Brasil – distinção concedida pela Revista Conjuntura Econômica, da Fundação Getúlio Vargas - é porque ao longo de sua trajetória teve a capacidade de inovar, de vencer resistências, de qualificar ainda mais o seu quadro funcional e de investir com todas as suas forças na consolidação de um aprimorado e transparente modelo de gestão”. A frase é do presidente do Banrisul, Fernando Lemos, no ato comemorativo do anivesário, dia 12 de setembro.
Às 10 horas da manhã do dia 12 de setembro de 1928, em solenidade que contou com a presença do então “Presidente do Estado”, Getúlio Vargas, nascia o Banco do Estado do Rio Grande do Sul. Criado como banco de crédito rural e hipotecário, com um capital inicial de 50 mil contos de réis, o Banrisul realizava empréstimos de longo prazo cuja garantia era a hipoteca de imóveis. A composição acionária contava como controlador o governo estadual, além de acionistas produtores rurais gaúchos e de bancos como o Pelotense, o Francês e o Italiano.
Passo a passo, o Banrisul consolidou sua importância na vida dos gaúchos e sua posição como um dos principais bancos do país. O banco, que conta atualmente com 423 agências e está presente em 400 municípios do Estado, alcançou lucro líquido de R$ 308,2 milhões no primeiro semestre de 2008 e o patrimônio líquido, que em 2003 era de R$ 692 milhões, hoje está em R$ 2,9 bilhões. A carteira de crédito é outro desempenho positivo, com um crescimento de 45%, em relação ao mesmo período do ano anterior, já passa de R$ 10 bilhões.
Para o executivo, a Oferta Pública de Ações, promovida em julho de 2007, foi fundamental para o fortalecimento da instituição, como agente do desenvolvimento econômico e social do Estado. “Mais forte, mais moderno e competitivo, o Banrisul se qualifica para atender cada vez melhor os seus três milhões de clientes, como um dos maiores bancos comerciais do Brasil”, afirmou Fernando Lemos. Ressaltou a parceria da instituição com os setores produtivos do Estado. “Através do crédito, o banco fornece condições para os empreendimentos crescerem, o que representa mais desenvolvimento, qualidade de vida, geração de emprego e renda”, avaliou.
O presidente também destacou que todos os reconhecimentos recebidos pelo banco nas áreas de tecnologia, responsabilidade social e ambiental, controles administrativos e operacionais são a afirmação dos avanços conquistados, que tem como objetivo maior qualificar o atendimento. “O grande diferencial da instituição, além dos investimentos em modernização tecnológica e treinamento dos funcionários, é o competente quadro de colaboradores que coloca o Banrisul como um dos maiores bancos do Brasil”, concluiu.


Imponente sede do Banrisul em Porto Alegre


Marca Banrisul vale R$ 317 milhões

Além dos prêmios e dos bons números, o Banrisul comemorou, em setembro, o destaque que obteve na pesquisa da Interbrand sobre as maiores marcas latino-americanas. O Banrisul é uma das 50 maiores marcas da América Latina mais valiosas. O valor da marca do Banrisul, em 2008, foi avaliado em US$ 179 milhões ou R$ 317 milhões. De acordo com o estudo, o Brasil lidera a lista com 15 marcas e, no Rio Grande do Sul, além do Banrisul, figuram mais duas empresas.
Para o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, o destaque é o reconhecimento a todo um modelo de gestão implementado pelo banco, que fortaleceu e agregou mais competitividade à instituição. “O Banrisul aderiu ao Nível 1 de Governança Corporativa na Bovespa e é referência na área da segurança da Tecnologia da Informação. São elementos que dão a idéia da dimensão da trajetória de um banco que celebra oito décadas, forte e rentável”, avaliou. Lemos ressaltou que o foco é trabalhar com dedicação para aprimorar cada vez mais o atendimento. “O potencial de uma marca está na relação de transparência e confiança alimentada dia-a-dia com os clientes. Estar entre as 50 maiores é motivo de alegria e de responsabilidade”, assegurou.
A análise do Banrisul realizada pela Interbrand, líder mundial em consultoria de marcas, considerou que o resultado financeiro em 2007 aliado à imagem de uma instituição de confiança que sabe se modernizar para oferecer as melhores práticas do mercado, combinaram-se e proporcionaram o grande valor da marca.


Respeito ao investidor

O Banrisul foi destaque na cerimônia de abertura da 6ª Expo Money, dia 17 de setembro, em São Paulo. Na ocasião, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da instituição, Ricardo Hingel, recebeu o prêmio Respeito ao Investidor Individual pela participação do Banco em edições anteriores do maior evento de educação financeira e de investimentos da América Latina.
A Expo Money é um circuito de eventos que reúne palestras e exposições gratuitas, e é direcionada aos interessados em conhecer estratégias de finanças pessoais e as opções de investimentos. Neste ano, estão sendo promovidos 11 encontros e a expectativa é de que 80 mil pessoas participem do circuito, inclusive em Porto Alegre.


Ricardo Hingel, do Banrisul, e Gilberto Biojone, superintendente da Ancor.


Brde amplia seu plano estratégico

O Brde realizou, dia 11 de setembro, em Porto Alegre, seminário estratégico reunindo diretoria, superintendentes e gerentes. Por iniciativa do presidente Mario Bernd, os trabalhos promoveram um debate sobre rumos da atividade de financiar o desenvolvimento ante a atual conjuntura macroeconômica, com temática definida em discussões setoriais feitas por técnicos das agências do Brde nas capitais do três estados do Sul. “Foi um encontro que focou a atuação estratégica do BRDE num cenário futuro que se apresentará aos bancos públicos de desenvolvimento”, disse o presidente Mario Bernd. O resultado final do seminário será integrado ao Plano Estratégico de Gestão da instituição.
Criado em 14 de junho de 1961 pelo catarinense Celso Ramos, pelo paranaense Ney Braga e pelo gaúcho Leonel Brizola, o Brde já completou 47 anos. É uma organização pública de fomento, que só tem crescido nestas quatro décadas. A história do desenvolvimento dos três estados do Sul se confunde com a atuação do Brde, que também já ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão de investimentos.


Presidente Mário Bernd falou aos diretores.